ESCLARECIMENTO SOBRE SUSPENSÃO DE VALE ALIMENTAÇÃO E PLANO DE SAÚDE PELA EMPRESA BRASFORT

Este SISDF esclarece que em nenhum momento deu razão à Brasfort com relação à suspensão de entrega de VA e repasse dos valores do Plano de Saúde, tendo, inclusive, notificado a empresa sobre o assunto e que o fato da CCT/2018 não ter, ainda, sido assinada, não depende somente desta entidade. A Pauta de Reivindicação para o sindicato patronal foi enviada em outubro, portanto em tempo hábil. No entanto, apesar das várias solicitações para a abertura do diálogo, só foi chamado a negociar no início de dezembro, sendo que dia 26/12 foi assinado um Termo Aditivo, entre as partes, prorrogando os efeitos da CCT/2017 até 31 do corrente.

É primordial conhecer as mudanças da legislação e, dentre elas, a que a empresa citada está usando. E que essa atitude seja um alerta para que os trabalhadores entendam que, cada vez mais, há a necessidade de um sindicato que lute pelos seus direitos. E é isso que esta entidade está fazendo.

Sempre houve e há dificuldade de negociação, mas, desta feita, deve-se principalmente ao fato da pretensa retirada, pelo patronato, em nome da nova legislação, de muitos dos benefícios adquiridos ao longo dos anos e com os quais não concordamos. Infelizmente, alguns ainda não perceberam que a reforma trabalhista só prejudicou a classe trabalhadora, pois lhe tirou muitos direitos, e que se faz necessário a união e conhecimento do papel de cada um nesse processo, para que não se perca também as conquistas obtidas pelas convenções coletivas.

Ressalte-se que a partir da assinatura pelos sindicatos e homologação da CCT 2018 na SRTE, os efeitos financeiros retroagirão a 1º de janeiro, o que significa que os pagamentos eventualmente suspensos deverão ser integralmente quitados, conforme ocorreu nos anos anteriores quando as convenções também sofreram atrasos na assinatura.

Precisa-se buscar, antes de fazer afirmações negativas sobre as ações do sindicato, esclarecimentos da verdade dos fatos, pois essa disseminação negativa, enfraquece a instituição que luta pelos direitos coletivos da categoria e corrobora com os interesses dos que lutaram para aprovação da atual CLT: os empresários.